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25/05/2016

ESTAR NA LUA


   Estar (no mundo) na lua é uma situação comum a muitos, por vezes muito cómoda. Outros, sem sabermos o que se passa, mudam de opinião sem mais nem menos - são de luas. Os mais ambiciosos pedem a lua, mesmo que para isso precisem de pôr alguém nos cornos da lua. Quando não conseguem o que desejam desesperam, pois não sabem que a lua não fica cheia num só dia.
 Nesta Primavera tão estranha, com chuva constante com lua nova trovejada, trinta dias é molhada, vamos observando o céu para sabermos se a lua está deitada, o que levará o marinheiro a estar de .
  A sorte não é para todos, nem todos nascemos com o #@ virado para a lua, não podemos promise the moon a torto e a direito, já que há situações que só acontecem once in a blue moon.
  Para que a lua deixasse de estar tão distante e tão enigmática, John F. Kennedy, no dia 25 de Maio de 1961, no Congresso, falou pela primeira vez no programa Apollo que, em 1969, levaria o primeiro homem, Neil Armstrong, a, literalmente, andar na lua. Muitas décadas depois, ainda há alguns aluados que não acreditam que tal tenha acontecido.

    14/05/2016

    UMA PEQUENINA LUZ




    UMA PEQUENINA LUZ


    Uma pequenina luz bruxuleante
    não na distância brilhando no extremo da estrada
    aqui no meio de nós e a multidão em volta
    une toute petite lumiére
    just a little light
    una piccola…em todas as línguas do mundo
    uma pequena luz bruxuleante
    brilhando incerta mas brilhando
    aqui no meio de nós
    entre o bafo quente da multidão
    a ventania dos cerros e a brisa dos mares
    e o sopro azedo dos que a não vêem
    só a advinham e raivosamente assopram.
    Uma pequena luz
    que vacila exacta
    que bruxuleia firme
    que não ilumina apenas brilha.
    Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda.
    Muda como a exactidão como a firmeza
    como a justiça
    Brilhando indefectível.
    Silenciosa não crepita
    não consome não custa dinheiro.
    Não aquece também os que de frio se juntam.
    Não ilumina também os rostos que se curvam.
    Apenas brilha bruxuleia ondeia
    Indefectível próxima dourada.
    Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
    Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
    Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
    Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
    Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não:
    brilha.
    Uma pequenina luz bruxuleante e muda
    Como a exactidão como a firmeza
    como a justiça.
    Apenas como elas.
    Mas brilha.
    Não na distância. Aqui
    No meio de nós.
    Brilha.


    Jorge de Sena



    Poema dito por Carmen Dolores.

    Uma pequenina luz bruxuleante
    não na distância brilhando no extremo da estrada
    aqui no meio de nós e a multidão em volta
    une toute petite lumiére
    just a little light
    una piccola…em todas as línguas do mundo
    uma pequena luz bruxuleante
    brilhando incerta mas brilhando
    aqui no meio de nós
    entre o bafo quente da multidão
    a ventania dos cerros e a brisa dos mares
    e o sopro azedo dos que a não vêem
    só a advinham e raivosamente assopram.
    Uma pequena luz
    que vacila exacta
    que bruxuleia firme
    que não ilumina apenas brilha.
    Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda.
    Muda como a exactidão como a firmeza
    como a justiça
    Brilhando indefectível.
    Silenciosa não crepita
    não consome não custa dinheiro.
    Não aquece também os que de frio se juntam.
    Não ilumina também os rostos que se curvam.
    Apenas brilha bruxuleia ondeia
    Indefectível próxima dourada.
    Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
    Tudo é terror vaidade orgulho teimosia: brilha.
    Tudo é pensamento realidade sensação saber: brilha.
    Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha.
    Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não:
    brilha.
    Uma pequenina luz bruxuleante e muda
    Como a exactidão como a firmeza
    como a justiça.
    Apenas como elas.
    Mas brilha.
    Não na distância. Aqui
    No meio de nós.
    Brilha.

    Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=99988 © Luso-Poemas

    01/04/2016

    O BLOGUE

    Ola Biblioteca !


      A  1 de abril de 2014, no início das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, começámos a escrever diariamente neste espaço
      Criado a 1 de setembro de 2010, o blogue propunha-se noticiar as atividades e as novidades da BE e solicitava o envio de notícias comentários e sugestões. Foi evoluindo, com os projetos Projecto Leituras, Ler+ mar  e Faz-se luz! as temáticas, etiquetas e o número de visitas aumentaram consideravelmente. Foi precisamente o aumento das visitas que nos fizeram aqui estar todos os dias, incluindo os períodos não letivos, o que não é fácil. É um trabalho moroso, em alguns dias desesperante pelos pequenos entraves das imagens e do texto, por vezes cansativo, mas que nos vai dando muito prazer.
      Gostávamos de ter maior colaboração, maior publicação de textos de alunos, mas nem sempre é fácil. Os professores também prometem uns textos, mas...
      Sabemos que não podemos competir com o facebook, mas não abdicamos de certos princípios e não temos de estar todos virados para a mesma maré. Ser do contra também é benéfico...
      Continuaremos, pois, também no blogue Faz-se luz!

    17/03/2016

    DA LEITURA SE FAZ LUZ

      Falar de livros e do gosto pela leitura é sempre um prazer. Ter uma assistência interessada e participativa, ainda melhor.
     As turmas dos 8º A e B recordaram algumas histórias populares, livros da sua infância, banda desenhada, Uma aventura...


      Ficaram a saber que a leitura tem de nos dar prazer, tem de nos ajudar a esquecer situações mais difíceis.
      Conheceram outros autores, livros que podem requisitar na BE. Vão ser todos leitores regulares? Certamente, não. Mas alguma coisa nova os interessou. Foi apenas uma semente.
      As fotografias estão aqui.

    16/03/2016

    À LUZ DOS SISMOS

      À LUZ DOS SISMOS levou os 7º anos a viajar pela História, pela Literatura, pela Música, pela Arquitetura. Ficámos a conhecer o catavento dos terramotos e o seu criador, Zhang Heng


      Lemos excertos de Lillias Fraser, de Hélia Correia, falámos de Eugénio dos Santos e da sua "gaiola", conhecemos a Real Barraca da Ajuda, recordámos os sismos de 1969, e a censura que foi exercida com a ocultação do número das vítimas, o de 1980, nos Açores, e a reconstrução de Angra do Heroismo. 
     A tudo isto, juntámos a Peste Negra, Hieronimus Bosch, Telemann, Woodstock, Coimbra, facebook, o Euro 2004...
     Fez-se luz. Não sabem como? A BE explicou e pode voltar a explicar.

    14/03/2016

    EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

     Há dias, as turmas do 7ºC, 8ºB e 10ºA  competiram nos Energy games. Esta atividade de promoção e sensibilização para a eficiência energética é promovida pela ADENE e pela DGGE, numa parceria com a AREA Alto Minho.
     E assim, Faz-se luz!, mais uma vez.





     

    16/02/2016

    ST VALENTINE'S DAY

      O poema de Elizabeth Barret Browning foi o mote para alguns dos trabalhos apresentados no St Valentine's Day. Do intercâmbio entre as EB, apresentamos dois excertos da versão do 8º B, EB Carteado Mena, e as fotografias ( How I love thee) dos trabalhos das turmas dos 7º e 9º anos, que chegaram até nós nesta bonita pasta:



    How do I love thee, let me count the ways:
    I love thee as Santa loves Christmas glee.
    I love thee as fish love the sea.
    That's how I love thee. 

    ...
    I love thee as much as I like to be free
    I love thee as much as I love fruit from cherry tree
    ...  

     ...


    I love thee as the butterfly loves the blue pea

    I love thee as the birds love the tree
    ...

    .I love thee as Santa loves Christmas glee

    I love thee as fish love the sea
    ...

    ...

    I love thee as the footballers hate the referee

    I love thee as monkeys hate flees

    ...



    ...
     I love thee as much as the queen loves black tea

    I love thee as much as honey is liked by bees
    ...


    Muito obrigada pelo postal que nos enviaram 

    08/02/2016

    TABELA PERIÓDICA

     Hoje, a Tabela Periódica é sinónimo de Mendeleev (,,,) O que é muitas vezes esquecido é que a origem da Tabela Periódica é pedagógica. e que ela foi concebida para um livro de textos destinado a estudantes da Universidade de S. Petersburgo. (...)



     Como organizar  tamanha diversidade? Mendeleev atirou-se metodicamente ao trabalho: coleccionou dados sobre as propriedades químicas e físicas dos elementos, escreveu a vários químicos estrangeiros solicitando os últimos resultados (principalmente de massas atómicas). 


    Como gostava de fazer paciências, lembrou-se de inscrever cada elemento numa carta de jogar, anotando em cada uma as respectivas propriedades. O baralho partia do elemento mais leve, o hidrogénio, até ao mais pesado, (...)
     Depois, começou a ordenar as fichas em longas colunas segundo a massa atómica do elemento, tendo o cuidado de alinhar horizontalmente os elementos com propriedades semelhantes. Arranjou sete grupos, comandados pelo lítio, berílio, boro, carbono,nitrogénio, oxigénio e flúor. Afixou as cartas na parede, mudou e trocou e voltou a mudar  e a trocar. De repente, a 1 de Março de 1869 (no calendário ocidental), fez-se luz.
    (Como era moda na época, Mendeleev disse que a solução lhe apareceu num sonho; há razões para duvidar.) As propriedades dos elementos eram "funções periódicas dos seus pesos atómicos". Apenas seria necessário proceder a alguns ajustamentos. A tabela - um verdadeiro tabuleiro de xadrez - foi evoluindo, englobando cada vez mais elementos. A última versão revista de Mendeleev data de 1902, e já inclui os gases nobres.
    Haja luz, Jorge Calado

      Dimitri Ivanovic Mendeleev nasceu a 8 de fevereiro de 1834 e morreu a 2 de fevereiro de 1907, antes da Revolução Russa.

    07/02/2016

    ENSAIOS

      A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem vindo a publicar a colecção Ensaios da Fundação, um conjunto de obras sobre temas muito diversificados.
       Destacamos alguns dos títulos enviados pela Fundação. Já estão disponíveis para empréstimo.





               


          


    05/02/2016

    DÊ NAS VISTAS!

     Devemos dar nas vistas sempre, e apenas, por uma boa razão. 
     A nova campanha da Prevenção Rodoviária Portuguesa «dá nas vistas» e apela para quem anda a pé pela estrada, também dê nas vistas.
     Excelente campanha. Vamos seguir o seu conselho.
    DÊ NAS VISTAS!

    03/02/2016

    NG 179

    O tema principal do número deste mês da National Geographic é Londres e os seus subterrâneos - Uma vaga de construção criou novas oportunidades de escavação. Os arqueólogos estão a remexer no passado profundo de uma das capitais mais antigas da Europa.


      Como vemos a luz é outro dos assuntos que podemos ler neste número, com fotografias fantásticas de olhos - O olho talvez seja a criação mais sofisticada da natureza. Antes dele havia apenas a escuridão.


      O novo rosto das mulheres sauditas, Denali (reserva natural) Oásis de lobos  e outros artigos podem ser lidos neste número 179, na BE.

    27/01/2016

    AS TREVAS DO HOLOCAUSTO

    DIA INTERNACIONAL DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO
    Não esqueceremos!





    Orquestra de prisioneiros de Auschwitz


    25/01/2016

    BOYLE

     Mantendo constante a temperatura, o volume de uma dada amostra de gás varia na razão inversa da sua pressão. (Infopédia



      Robert Boyle, físico e químico irlandês, percursor da Royal Society, autor da Lei de Boyle, nasceu faz hoje 389 anos. 
      Depois de ter estudado em Eton, viajou para Itália, numa viagem precursora do Grand Tour, onde ainda vivia Galileu.
    Foi um dos fundadores da química moderna e do método científico. A ele devemos, entre outras, as descobertas do enxofre, o ponto de ebulição dos líquidos no vácuo, a acetona, o álcool metílico.

    19/01/2016

    SENS 'UP

      Até ao dia 22 deste mês, podem ver a exposição Sens'up, numa parceria com a Associação Íris Inclusiva, constituída por trabalhos realizados pelos alunos das Escolas de Alvarães, Cabedelo, Chafé, Subportela, Vila Franca, Vila Fria e Vila Nova de Anha, no ano letivo passado.


     
      As boas vindas são dadas por estas duas simpáticas personagens, Ana e Gogo, e com elas Faz-se luz!
    
     
     
     









    14/01/2016

    QUÍMICA E LITERATURA

     Há anos que lutamos por uma verdadeira articulação entre disciplinas e ciclos. Há anos que tentamos que essa articulação seja feita. Há anos que vamos conseguindo assim-assim. De há anos para cá, tem vindo a melhorar. (Claro que deveriam ser os próprios programas a estar articulados, mas...)
     A filosofia de Faz-se luz! é essa mesmo.
     Nas novas compras, com a verba deste projeto, adquiriu-se este livro que vamos começar a ler com todo o gosto.


      Logo no prefácio, João Lobo Antunes chama a atenção para:
      A ciência vai buscar às letras (às «belles lettres» de Arnold) como instrumentos, metáforas («buraco negro») e invenções linguísticas («quarks»).
       A imaginação, visual ou metafória, é parte integrante da descoberta científica.
      A «poesis» científica e a poética não são tão diferentes como supomos.
       Na nota introdutória, o autor escreve que não encontrei até agora nenhum livro - repito: nenhum - que não pudesse ser relacionado directa ou indirectamente com a química.
      
      Depois de o lermos, estará à vossa disposição.

    04/01/2016

    BRAILLE



     Quem consegue, logo no começo do dia, observar esta imagem tirada há uns meses, por vezes, esquece-se da felicidade que tem em poder ver.
     Em 1809 nascia Louis Braille, a 4 de janeiro, que, depois de ficar cego devido a um acidente, desenvolveu um método que permite aos cegos a leitura e a escrita. 


     Com a nova tecnologia, a tarefa tornou-se mais facilitada com computadores próprios. ou simples adaptação do teclado.

    Antiga máquina para escrita braille