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13/08/2014

BATENTES, ALDRABAS E FECHADURAS

   Quando ainda não se usavam as campainhas, nem em sonho os intercomunicadores, os batentes eram, também, o espelho da casa e da família que lá vivia - mais ou menos simples, mais ou menos requintado, mais ou menos rico. Os amarelos davam mais trabalho, pois deviam estar sempre bem reluzentes





    Se o "postal" vos abriu o apetite, procurem-nos nas ruas de Viana e, noutras cidades, aqui.

12/08/2014

SACADAS E VARANDAS

  O "postal" de hoje mostra-nos alguns exemplares de sacadas e varandas.
    Segundo o Dicionário Priberam, sacada é um balcão de uma janela que ressai da parede, e varanda é uma plataforma saliente da fachada de um edifício rodeado de uma grade ou balaustrada. Por toda a cidade há uma variedade enorme e de uma beleza ímpar, umas vezes de grande simplicidade e outras de um trabalho minucioso em ferro.
    Descubram-nas.








11/08/2014

JANELAS

   As janelas, principalmente no centro histórico, apresentam bandeiras muito trabalhadas 






 ou com o coração tradicional.


  Conseguem identificá-las?

09/08/2014

VIANA

  

   A cidade já está em perfeita ebulição. Respira-se festa por todos os lados. Já há ornamentações. Já há as bancadas para os desfiles. Já há as barracas de farturas.
  Até quase o final, iremos dedicar-nos a Viana e às Festas da Agonia. Todas as fotografias, com a excepção da publicada acima, são de uma colecção particular
  Começamos com um poema de António Manuel Couto Viana,

   Postais de Viana!
   Editou-os meu pai e meu avô,
   Com a chancela do Bazar Couto Viana.
   Cada um deles, que mundos viajou!

   Monumentos, paisagens, trajos, feiras...
   O encanto do que é novo, nobreza do que é velho,
   São imagens verdadeiras
   Em que a cidade se revê qual num espelho.

   Selados e metidos no Correio,
   Seguem em sacos num vagão:
   Dão notícias felizes do passeio,
   Causam invejas pela alegre digressão.

   Recolhidos no álbum das lembranças
   São serões de saudade para os familiares.
   E, neles, as crianças
   Sonham com outras terras, outros mares.

   Postais de Viana, hoje vendidos
   Nos alfarrabistas, por bom preço:
   Vão ser, nestes meus versos, esquecidos.
   Mas não merecem ser. Só eu é que mereço.
Postais de Viana