Jantar de fim de ano. Chega um casal jovem, elegante. Os dois educados e simpáticos. Acomodam-se na mesa reservada e de imediato pegam no telemóvel e consultam a página do Facebook. Por vezes falam, mas os olhos não: continuam atentos ao que se passa na rede social. Talvez quando começarem a comer... Não. Coloca-se estrategicamente o telemóvel ao lado do prato e é incrível a agilidade do dedo mindinho.
José Pacheco Pereira no Público de 31 de dezembro (precisamente):
Nada é mais
significativo e deprimente do que ver numa entrada de uma escola, ou num
restaurante popular, ou na rua, pessoas que estão juntas, mas que quase não se
falam, e estão atentas ao telemóvel, mandando mensagens, enviando fotografias,
vendo a sua página de Facebook, centenas de vezes por dia. Que vida pode
sobrar?
Podem ler o artigo completo aqui.
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