Presenças recorrentes neste blogue, Manuel Alegre e Adriano Correia de Oliveira voltam de mãos dadas para celebrar a liberdade.
Passados 50 anos da publicação de O Canto e as Armas, foi apresentada uma reedição comemorativa, com prefácio de Mário Cláudio, na Biblioteca Nacional de Portugal. Um livro que marcou uma geração e cada vez mais atual.
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| A mais recente das reedições e a capa original de O Canto e as Armas (fotografia do DN) |
Hoje à tarde, Manuel Alegre e amigos vão dizer poemas de O Canto e as Armas, nos jardins de São Bento. Como não podemos assistir, trazemos As Mãos que já publicámos aqui. Um poema que simboliza a esperança pela Liberdade cantado por Adriano Correia de Oliveira. O cantor era amigo do poeta e companheiro das lutas estudantis em Coimbra. Podem também recordar Trova do vento que passa aqui.





