Os alunos do 9º ano da turma B, encontraram-se na Biblioteca, para contarem uns aos outros, histórias que leram, não revelando alguns finais, despertaram a curiosidade dos colegas e incentivaram-nos para a leitura...
Bem vindo ao Blogue da Biblioteca Escolar do Agrupamento Monte de Ola. Aqui poderás encontrar notícias sobre a atividade da nossa Biblioteca. Poderás, também, enviar sugestões, notícias ou comentários. Este espaço foi aberto para ti. Colabora, participando nele.
07/12/2017
06/12/2017
Aprender com a BE
Os alunos com Necessidades Educativas Especiais ouviram a história da "Sopa de Pedra" de Cas Willing, com ilustrações de Paula Rego. Analisaram o conto e aprenderam a confeccionar a sopa. Trocaram experiências de várias receitas de sopa feitas por alguns alunos no meio familiar.
01/12/2017
1 de Dezembro
A Restauração de 1640
A dinastia espanhola dos Filipes governou o país entre 1580 e 1640, altura em que o futuro D. João IV liderou uma revolta que afastou os castelhanos do trono.
Foram 120 os conspiradores que, na manhã de 1 de Dezembro de 1640, invadiram o Paço da Ribeira, em Lisboa, para derrubar a dinastia espanhola que governava o país desde 1580. Miguel de Vasconcelos, que representava os interesses castelhanos, foi morto a tiro e atirado pela janela.
Foi do balcão do Paço que foi proclamada a coroação do Duque de Bragança, futuro D. João IV, e foi também dali que foi ordenado o cerco à guarnição militar do Castelo de S. Jorge e a apreensão dos navios espanhóis que se encontravam no porto.
Até ao final de 1640 todas as praças, castelos e vilas com alguma importância tinham declarado a sua fidelidade aos revoltosos.
A restauração da independência só seria reconhecida pelos espanhóis 27 anos depois, com a assinatura do Tratado de Lisboa
.http://ensina.rtp.pt/artigo/a-restauracao-de-1640/
24/11/2017
aLer+
Leituras Partilhadas
Após a leitura autónoma de algumas obras, os alunos da turma E do 8º ano, partilharam com os colegas, as histórias que leram e aquilo de que mais gostaram, aconselhando-se uns aos outros pelo prazer de ler!
23/11/2017
aLer+
Leitura orientada
Os alunos da turma A do 7º ano, tiveram uma aula orientada, na Biblioteca, fizeram uma pré-leitura do "Cavaleiro da Dinamarca" de Sophia de Mello Breyner Andresen e interpretaram em grupo a história.
20/11/2017
Dia Universal dos Direitos da Criança
Como
seria o mundo, se as crianças fossem ouvidas?
Será um dia para as crianças, pelas crianças...
http://www.unicef.pt/Dia-Universal-Direitos-Crianca/
http://www.unicef.pt/Dia-Universal-Direitos-Crianca/
O Dia Universal dos Direitos da Criança, celebrado a 20 de novembro, visa
consciencializar para a situação das crianças do mundo e
promover o seu bem-
-estar e desenvolvimento. A 20
de novembro de 1959 foi adotada a Declaração dos
Direitos
da Criança pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
As crianças são seres
humanos, beneficiando, por isso, das disposições gerais
de direitos humanos que
se aplicam a todas as pessoas, desde o nascimento.
Contudo, as crianças são
também diferentes dos adultos. São vulneráveis, precisam de brincar, estão num
processo de desenvolvimento e necessitam de apoio. É por estas razões que têm
os seus próprios direitos.
Para tal, foi adotada
pelas Nações Unidas, há 28 anos (a 20 de novembro de 1989),
a Convenção sobre os
Direitos da Criança (CDC).
O Dia Universal dos
Direitos da Criança pretende levar as crianças a:
• conhecer os seus direitos e reconhecer a importância do
exercício dos
mesmos;
• partilhar e debater com os responsáveis a sua visão sobre os
assuntos
que consideram mais importantes para si e para todas as
crianças;
• conhecer os espaços e a dinâmica de funcionamento da sua
escola;
• refletir sobre formas de exercer os seus direitos no dia-a-dia
na escola, na
comunidade e no seu país;
• serem ouvidas em relação aos assuntos que as afetam pelos
responsáveis
da escola e políticos e/ou pelo público em geral.
Por vezes há quem entenda que os direitos da criança em geral
impedem o exercício
da autoridade parental, de outros membros da família, ou de
outras pessoas que
cuidam da criança. Contudo, a Convenção sublinha a importância
da família na
vida da criança, garante respeito pelos pais e, no seu artigo
29.º, refere que um
dos objetivos da
educação consiste em “inculcar na criança o respeito pelos pais”.
As crianças têm
direitos, mas também têm responsabilidades ou obrigações e têm,
por isso, de respeitar os direitos e as responsabilidades dos
adultos e das demais
crianças e jovens com quem convivem.
A
criança tem o direito a:
• não ser maltratada, mas também a obrigação
de não maltratar os outros;
• não ser exposta a situações de risco, mas também a obrigação de
não expor os outros a situações de risco;
• ser ouvida, mas também a obrigação de ouvir os outros;
• não ser discriminada, mas também a obrigação de não tecer comentários
ou ter comportamentos de natureza discriminatória contra os outros;
• ver a sua privacidade respeitada, mas também a obrigação de respeitar
a dos outros;
• educação, mas também a obrigação de frequentar as aulas;
• proteção da vida privada, mas também a obrigação de respeitar a
privacidade dos outros;
• ser
protegida contra qualquer forma de intimidação verbal ou física, contra
qualquer forma de abuso ou exploração, e a obrigação de não intimidar, abusar
ou aterrorizar os outros.
17/11/2017
11/11/2017
Dia de S. Martinho
O Dia de São Martinho é celebrado anualmente a 11
de novembro.
Este dia é uma das celebrações que marcam o outono e a
tradição exige celebrar-se a data com um magusto.
História de São Martinho
Martinho de Tours foi um militar, monge, bispo e santo
católico, nascido a 316 e falecido a 397.
A lenda de São Martinho conta que certo dia, um
soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra natal. O tempo
estava muito frio e Martinho encontrou um mendigo cheio de frio que lhe pediu
esmola. Martinho rasgou a sua capa em dois e deu uma metade ao mendigo. De
repente o frio parou e o tempo aqueceu. Este acontecimento acredita-se que
tenha sido a recompensa por Martinho ter sido bom para com o mendigo.
A tradição do Dia de São Martinho é assar as castanhas
e beber o vinho novo, produzido com a colheita do verão anterior.
Por norma, na véspera e no Dia de São Martinho o tempo
melhora e o sol aparece, tal como sucedeu com São Martinho. Este acontecimento
é conhecido como o Verão de São Martinho.
São Martinho tornou-se no padroeiro dos mendigos,
alfaiates, peleteiros, soldados, cavaleiros, curtidores, restauradores e
produtores de vinho.
Frases e Provérbios de São Martinho
- Por S. Martinho semeia fava e o linho.
- Se o inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
- Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
- No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho.
- No dia de S. Martinho, castanhas, pão e vinho.
- No dia de S. Martinho com duas castanhas se faz um magustinho.
- Dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
- Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
- Pelo S. Martinho, todo o mosto é bom vinho.
01/11/2017
Efemérides
O Dia de Todos
os Santos é comemorado anualmente no dia 1 de novembro e honra todos
os santos conhecidos e desconhecidos, mártires e cristãos heróicos celebrados
ao longo do ano.
Neste dia é também celebrado (por antecipação) o dia
dos Fiéis Defuntos, que se celebra a
2 de novembro.
Origem da data
A origem do dia remonta ao século II, quando os
cristãos começaram a honrar os que tinham sido perseguidos e martirizados por
causa da sua fé. Foi o Papa Gregório III que no século VIII dedicou uma capela
em Roma a Todos os Santos e que ordenou que a data fosse celebrada a 1 de
novembro.
Tradições do Dia de Todos os Santos
Este dia é dedicado a homenagear todos os que já
partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus
familiares nos cemitérios e ao longo do dia 1 de novembro visitam os cemitérios
para deixar ramos e velas nas campas. Antes da visita aos cemitérios
realizam-se missas nas paróquias. Depois da missa realiza-se uma procissão até
ao cemitério.
No dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os
Santos, existe a crença de que as almas dos mortos descem à terra nos locais de
nascimento. À noite festeja-se o Dia das Bruxas ou Halloween (nome pelo qual é
conhecida a noite das bruxas a nível mundial).
Feriado de Todos os Santos
O Dia de Todos os Santos é um feriado nacional.
Este dia deixou de ser um feriado nacional em 2013, mas o Governo retomou em
2016 o feriado do Dia de Todos os Santos, por acordo com Santa Sé.
Tradições
portuguesas do Dia de Todos os Santos
Em Portugal, no Dia de
Todos os Santos, era tradição , as crianças saírem à rua em
pequenos grupos para pedir o “Pão por Deus” de porta em porta. Recitavam versos
(“ Ó tia, dá Pão-por-Deus ? Se o não tem dê-lho Deus!” ou “ Ó tia
ó tia, bolinhos bolinhos em louvor de todos os santinhos”) e recebiam como
oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou
castanhas, que colocavam dentro dos seus sacos de pano confeccionados com
retalhos de tecido.
Antigamente todas as pessoas iam pedir o “Pão por Deus”
porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir.
Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.
Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.
É também costume em algumas regiões, os padrinhos oferecerem
um bolo, o Santoro.
Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a
este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são
especialmente confecionados para este dia, sendo à base de farinha e erva doce
com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas
e nozes. Nos Açores era costume colocar o primeiro pão da fornada à porta para
quem passa-se e tivesse fome levar.
Em 1756, também se cumpriu esta tradição, 1 ano após o
terremoto que destruiu Lisboa em 1º de Novembro de 1755 em que morreram
milhares de pessoas e a população da cidade – na sua maioria pobre – ainda mais
pobre ficou. A progressiva implementação do Halloween em
Portugal é uma ameaça à continuidade do “Pão-por-Deus” pois vem substituir as
tradicionais manifestações das tradições portuguesas que importa preservar pois
fazem parte do nossa cultura.
31/10/2017
Halloween
Halloween is an annual holiday, celebrated each year
on October 31, that has roots in age-old European traditions. It originated
with the ancient Celtic festival of Samhain, when people would light bonfires
and wear costumes to ward off ghosts. In the eighth century, Pope Gregory III
designated November 1 as a time to honor all saints; soon, All Saints Day
incorporated some of the traditions of Samhain. The evening before was known as
All Hallows Eve, and later Halloween. Over time, Halloween evolved into a day
of activities like trick-or-treating and carving jack-o-lanterns. Around the
world, as days grow shorter and nights get colder, people continue to usher in
the season with gatherings, costumes and sweet treats.
Ancient
Origins of Halloween
Halloween’s origins date back
to the ancient Celtic festival of Samhain (pronounced sow-in). The Celts, who
lived 2,000 years ago in the area that is now Ireland, the United Kingdom and
northern France, celebrated their new year on November 1.
This day marked the end of
summer and the harvest and the beginning of the dark, cold winter, a time of
year that was often associated with human death. Celts believed that on the
night before the new year, the boundary between the worlds of the living and
the dead became blurred. On the night of October 31 they celebrated Samhain,
when it was believed that the ghosts of the dead returned to earth.
In addition to causing trouble
and damaging crops, Celts thought that the presence of the otherworldly spirits
made it easier for the Druids, or Celtic priests, to make predictions about the
future. For a people entirely dependent on the volatile natural world, these
prophecies were an important source of comfort and direction during the long,
dark winter.
To commemorate the event,
Druids built huge sacred bonfires, where the people gathered to burn crops and
animals as sacrifices to the Celtic deities. During the celebration, the Celts
wore costumes, typically consisting of animal heads and skins, and attempted to
tell each other’s fortunes.
When the celebration was over,
they re-lit their hearth fires, which they had extinguished earlier that
evening, from the sacred bonfire to help protect them during the coming winter.
Did You
Know?
One quarter of all the candy
sold annually in the U.S. is purchased for Halloween.
By 43 A.D., the Roman Empire had
conquered the majority of Celtic territory. In the course of the four hundred
years that they ruled the Celtic lands, two festivals of Roman origin were
combined with the traditional Celtic celebration of Samhain.
The first was Feralia, a day
in late October when the Romans traditionally commemorated the passing of the
dead. The second was a day to honor Pomona, the Roman goddess of fruit and
trees. The symbol of Pomona is the apple, and the incorporation of this
celebration into Samhain probably explains the tradition of “bobbing” for
apples that is practiced today on Halloween.
All Saints
Day
On May 13, 609 A.D., Pope
Boniface IV dedicated the Pantheon in Rome in honor of all Christian martyrs,
and the Catholic feast of All Martyrs Day was established in the Western
church. Pope Gregory III later expanded the festival to include all saints as
well as all martyrs, and moved the observance from May 13 to November 1.
By the 9th century the influence
of Christianity had spread into Celtic lands, where it gradually blended with
and supplanted the older Celtic rites. In 1000 A.D., the church would make
November 2 All Souls’ Day, a day to honor the dead. It’s widely believed today
that the church was attempting to replace the Celtic festival of the dead with
a related church-sanctioned holiday.
All Souls Day was celebrated
similarly to Samhain, with big bonfires, parades, and dressing up in costumes
as saints, angels and devils. The All Saints Day celebration was also called
All-hallows or All-hallowmas (from Middle English Alholowmesse meaning
All Saints’ Day) and the night before it, the traditional night of Samhain in
the Celtic religion, began to be called All-Hallows Eve and, eventually,
Halloween.
Halloween
Comes to America
Celebration of Halloween was
extremely limited in colonial New England because of the rigid Protestant
belief systems there. Halloween was much more common in Maryland and the southern colonies.
As the beliefs and customs of
different European ethnic groups as well as the American Indians meshed, a
distinctly American version of Halloween began to emerge. The first
celebrations included “play parties,” public events held to celebrate the
harvest, where neighbors would share stories of the dead, tell each other’s
fortunes, dance and sing.
Colonial Halloween festivities
also featured the telling of ghost stories and mischief-making of all kinds. By
the middle of the nineteenth century, annual autumn festivities were common,
but Halloween was not yet celebrated everywhere in the country.
In the second half of the
nineteenth century, America was flooded with new immigrants. These new
immigrants, especially the millions of Irish fleeing the Irish potato famine,
helped to popularize the celebration of Halloween nationally.
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