10/10/2019

Miúdos a Votos

«Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?» está de regresso! 


Esta iniciativa da VISÃO Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares, que se realiza pela quarta vez, cruza leitura com cidadania. Afinal, quanto mais livros lemos, mais livres somos...
«Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?» é uma iniciativa conjunta da VISÃO Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares. O objetivo é fomentar o gosto pela leitura e, simultaneamente, fazer perceber como se organizam e para que servem umas eleições.
Numa tentativa de combater a abstenção e a iliteracia, «Miúdos a Votos» desenrola-se em várias etapas, que correspondem às mesmas etapas de um processo eleitoral político.
Nesta fase, os alunos apresentam os livros que candidatam à eleição através do preenchimento de um formulário em linha disponível na biblioteca escolar até 31 de outubro. Até esta data, os alunos devem vir à Biblioteca  para preencherem o formulário.

Boas Leituras!

05/10/2019

Implantação da República



5 de outubro de 1910 | Monarquia deu lugar à República em Portugal

A Implantação da República  foi resultado de uma revolução organizada pelo Partido Republicano Português, iniciada no dia 2 e vitoriosa na madrugada do dia 5 de outubro de 1910, que destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.

A revolução

A passagem do século XIX para o século XX, foi particularmente crítica para a sociedade portuguesa. O nacionalismo lusitano estava de rastos com a subjugação aos interesses coloniais britânicos. Por outro lado, os gastos excessivos da família real, o excessivo poder da igreja e a instabilidade política e social, completavam um quadro de permanente agitação social.

A ditadura de João Franco, com a sua incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade, contribuiu decisivamente para um dramático processo de desgaste da monarquia, do qual os defensores da república souberam tirar o melhor partido. O partido republicano apresentava-se aos olhos do povo como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.

Estas circunstâncias ajudaram a que o exército mostrasse alguma relutância em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre os dias 3 e 4 de outubro de 1910, abrindo portas à mudança de regime. A República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Entre diversas outras mudanças que foram implementadas com a República, desde logo foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional, a bandeira e a moeda. Mas na realidade tudo começou a desenhar-se dois anos antes com o assassinato do Rei e do Príncipe herdeiro.

O regicídio em 1908

A 1 de fevereiro de 1908, quando regressavam a Lisboa vindos de Vila Viçosa, no Alentejo, onde haviam passado a temporada de caça, o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro Luís Filipe foram assassinados em plena Praça do Comércio.

O atentado ficou a dever-se ao progressivo desgaste do sistema político português. João Franco, presidente do Conselho de Ministros (chefe do governo), conseguiu convencer o rei a encerrar o parlamento para poder implementar uma série de medidas com vista à moralização da vida política. Com esta decisão acirrou-se toda a oposição, não só apenas a republicana, mas também a monárquica, liderada pelos políticos rivais de Franco que o acusavam de governar em ditadura. Os acontecimentos acabaram por se precipitar na sequência da questão dos adiantamentos à Casa Real (regularização das dívidas régias ao Estado) e da assinatura do decreto de 30 de janeiro de 1908 que previa o degredo nas colónias, sem julgamento, aos envolvidos numa intentona republicana fracassada ocorrida dois dias antes, o Golpe do Elevador da Biblioteca.
A família real encontrava-se então no Paço Ducal de Vila Viçosa,mas os acontecimentos levaram o rei D. Carlos a antecipar o regresso a Lisboa, tomando o comboio na estação de Vila Viçosa na manhã do dia 1 de fevereiro. A comitiva régia chegou ao Barreiro ao final da tarde, onde, para atravessar o Tejo, tomou o vapor D. Luís, desembarcando no Terreiro do Paço, em Lisboa, por volta das 17 horas. Apesar do clima de grande tensão, o rei optou por seguir em carruagem aberta, com uma reduzida escolta, para demonstrar normalidade. Enquanto saudavam a multidão presente na praça, a carruagem foi atingida por vários disparos. Um tiro de carabina atravessou o pescoço do rei, matando-o imediatamente. Seguiram-se vários disparos, sendo que o príncipe real conseguiu ainda alvejar um dos atacantes, tendo sido de seguida atingido na face por um outro disparo.  Rezam as crónicas da época que a rainha, de pé, defendia-se com o ramo de flores que lhe fora oferecido, fustigando um dos atacantes, que subira o estribo da carruagem. O infante D. Manuel foi também atingido num braço. Dois dos regicidas, Manuel Buíça, professor primário, e Alfredo Costa, empregado do comércio e editor, foram mortos no local. Outros fugiram tendo a carruagem real entrado no Arsenal da Marinha, onde se verificou o óbito do rei e do herdeiro ao trono.

Com a morte do Rei D. Carlos, D, Manuel II é aclamado Rei de Portugal

Logo após o atentado, o governo de João Franco foi demitido tendo-se iniciado um rigoroso inquér que, ao longo dos dois anos seguintes, veio a apurar que o atentado fora cometido por membros da Carbonária. O processo de investigação estava já concluído nas vésperas do 5 de outubro de 1910. Entretanto, tinham sido descobertos mais suspeitos de envolvimento direto, sendo que alguns estavam refugiados no Brasil e em França.
A Europa ficou chocada com este atentado, uma vez que D. Carlos era muito estimado pelos restantes chefes de estado europeus.  O regicídio de 1908 acabou por abreviar o fim da monarquia ao colocar no trono o jovem D. Manuel II e dividindo os partidos monárquicos numa luta fratricida.

O afundamento da monarquia

D. Manuel II tinha apenas 18 anos quando foi aclamado Rei. Devido à sua pouca idade e pela forma trágica como chegou ao trono, recebeu inicialmente uma simpatia generalizada. O jovem rei começou por nomear um governo de consenso, presidido pelo almirante Francisco Joaquim Ferreira do Amaral. Este governo de acalmação, como ficou conhecido, apesar de lograr acalmar momentaneamente os ânimos, acabou por ter uma duração breve. A situação política rapidamente voltou a degradar-se, tendo-se assistido à sucessão de sete governos em apenas dois anos. Os partidos monárquicos voltaram às habituais divisões, fragmentando-se, enquanto o Partido Republicano continuava a ganhar terreno. Nas eleições de 5 de abril de 1908, a última legislativa completa na vigência da monarquia, o partido viu eleitos sete deputados: mantiveram-se os quatro da bancada eleita em 1900 e juntaram-se-lhes Estêvão de Vasconcelos, Feio Terenas e Brito Camacho. Nas eleições de 28 de agosto de 1910 o partido teve um resultado arrasador, duplicando a sua bancada.

A revolução saiu à rua

No verão de 1910 Lisboa fervilhava de boatos e várias vezes foi o próprio primeiro-ministro, Teixeira de Sousa, avisado de golpes iminentes. A revolução não foi exceção: o golpe era esperado pelo governo,  que a 3 de outubro deu ordem para que todas as tropas da guarnição da cidade ficassem de prevenção. Após o jantar oferecido em honra de D. Manuel II pelo presidente brasileiro Hermes da Fonseca, então em visita de Estado a Portugal, o monarca recolheu-se ao Paço das Necessidades, enquanto seu tio e herdeiro jurado da coroa, o infante D. Afonso, seguia para a Cidadela de Cascais.
Como em tudo na vida há sempre um acontecimento, por insignificante que seja, que despoleta as grandes crises. E a Implantação da República também não foi excepção. Miguel Bombarda é baleado por um dos seus pacientes, os chefes republicanos reuniram-se de urgência na noite de dia 3.  Alguns oficiais foram contra, dada a prevenção das forças militares, mas o almirante Cândido dos Reis insistiu para que se continuasse, sendo-lhe atribuída a frase: “A Revolução não será adiada: sigam-me, se quiserem. Havendo um só que cumpra o seu dever, esse único serei eu”.

01/10/2019

Dia Internacional da Música



O Dia Internacional da Música foi criado em 1975 com o objetivo de levar a música a toda à sociedade, promovendo paz e amizade.
Capaz de mudar o estado de humor, de reconduzir o espírito aos sentimentos mais sublimes, a música invade o silêncio para nos falar numa linguagem que conseguimos compreender, sem esforço algum, com simplicidade e beleza.
O dia 1º de outubro foi instituído como o Dia Internacional da Música, em 1975, pelo International Music Council, organização não governamental fundada com o apoio da UNESCO em 1948, com o objetivo de levar a música a todos os setores da sociedade e promover os valores de paz e a amizade por seu intermédio.
Hoje, celebramos esta data em todo o planeta com diversas iniciativas, como homenagem a arte que mais une as pessoas, sem preconceito, tornando-as um só.

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/datas-comemorativas/01-outubro-dia-internacional-musica.htm
























Na Biblioteca da Escola podes visitar a exposição de instrumentos musicais. No polivalente podes consultar alguns documentos sobre Música, que se encontram expostos na vitrina.



26/09/2019

Formação de Utilizadores



Chegou o dia da apresentação da Biblioteca Escolar aos alunos das turmas A, B e E do 5º ano. Ficaram a conhecer o regulamento e o funcionamento da biblioteca.
Depois da apresentação, foram dadas algumas sugestões de livros, para requisição dos alunos, de forma a que pudessem começar a leitura e a execução dos Diários de Leitura.

Bem-vindos e boas leituras!

20/09/2019

Diários de Leitura


Os alunos das turmas C e D do 5º ano, foram os primeiros utilizadores a ter formação, sobre o funcionamento da Biblioteca Escolar
Depois da apresentação, foram dadas algumas sugestões de livros, para requisição dos alunos, de forma a que pudessem começar a leitura e a execução dos Diários de Leitura.

13/09/2019

Receção aos alunos




Hoje, foi dia de receber os alunos do 5º ano, que vão iniciar uma nova etapa na vida deles. Visitaram a Escola pela primeira vez e ficaram a conhecer o nosso funcionamento.
Sejam Felizes!

12/09/2019

Início do Ano Letivo



Estamos de regresso às aulas, sejam bem-vindos ao novo ano letivo! E com boas leituras!

E para animar um bocadinho, divirtam-se com este vídeo de alguns excertos do menino Tonecas na escola!


14/06/2019

Final de Ano Letivo




"A diferença entre o possível e o impossível está na vontade das pessoas"
Louis Pasteur

Para os alunos que têm exames, bom trabalho! Para os que vão de férias, boas leituras!


12/06/2019

Prémio Escolar António Manuel Couto Viana




A aluna do 4º ano, Bárbara Fernandes Ribeiro, do Centro Escolar de Alvarães foi  a vencedora do 9º Prémio Escolar António Manuel Couto Viana na modalidade de Conto (tema livre) no que respeita a este nível de escolaridade. O conto vencedor intitula-se  ”O mundo das cores”. A aluna receberá um prémio monetário de acordo com a sua faixa etária e o Centro Escolar receberá um conjunto de publicações oferecidas pela Editora Opera Omnia. A entrega dos prémios far-se-á em sessão pública no dia 15 de junho pelas 11 horas na Biblioteca Municipal.

Parabéns, Bárbara!

11/06/2019

Feira Renascentista




Há 14 anos que a Escola do Monte da Ola fez a última Feira Renascentista. Para recordar, foram expostas algumas fotografias da época, que pertencem ao espólio da Biblioteca Escolar. Também foram expostas algumas monografias do fundo documental e trabalhos realizados pelos alunos.
A comunidade escolar do Agrupamento de Escolas de Monte da Ola, está de parabéns!